sábado, 30 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Mãos repletas de luz: Dona Lucília completa 90 Anos de vida
Nascida no dia 25 de março de 1923, no Rio Grande do Norte, Lucília Fonseca colocou mais de seis mil crianças no mundo com as próprias mãos. Hoje, com marcas da idade, que chega a 90 neste mês, as mãos de Lucília trocaram os partos pelo crochê. Moradora do Recanto das Emas, a Dona Ultrassom, como é chamada, recebe visitas e homenagem de muitas famílias que ganharam o presente do parto e da vida pela
senhora de sorriso farto e encantador. Sempre alegre e muito presente, a parteira relembra que sua história começou muito antes do primeiro cordão umbilical cortado. “Meu pai era muito carrasco e nunca me deixava fazer nada sozinha, mas eu sempre quis ser enfermeira e trabalhar na igreja. Quando ele morreu, aos 47 anos, eu criei meus quatro irmãos mais novos junto com minha mãe e minha irmã mais velha, com apenas
18 anos”, conta. Aos 22 anos, Lucília se casou. Mas como ela mesma conta, não teve muita sorte, pois foi largada pelo marido 13 anos depois, com cinco filhos para criar. “Ele foi trocar um burro e nunca mais voltou. Me contaram depois que viram ele em Minas Gerais chorando e com dor na consciência, mas não teve vergonha na cara de voltar. Foi difícil. Naquela época eu vivi para Deus e para meus filhos. Eu tecia durante o dia, costurava à noite, trabalhava nas igrejas e fazia comida para as festas. Tudo isso para sustentar a família”, conta a enfermeira, que sempre em meio a gargalhadas reforça a lucidez.Vou fazer 90 anos, mas sei o que falo”, completa, rindo. Aos 50 anos a natural de Luís Gomes foi convidada pelo prefeito e padre Raimundo Osvaldo para fazer um curso de enfermagem em Mossoró, próximo a Natal. “Disse que não podia ir por causa dos filhos, mas a vontade era muita e fui. Era a mais velha da turma de 20 mulheres, mas tirei as melhores notas. Confessei ao doutor que queria aprender a fazer parto, e ele me chamava para ajudar”, afirma. O gosto pelo trabalho era notado por todos na maternidade onde passou a trabalhar. “As mulheres chegavam e só queriam eu para fazer o parto”, conta.Com apenas as mãos e um aparelho para ouvir o batimento cardíaco do bebê, Lucília exerceu a profissão por quase 50 anos. Apesar do cansaço, do sono, da raiva e da fome, como diz a falante parteira, ela nunca deixou de atender as mulheres que confiavam nela. Com cinco filhos, 15 netos, 22 bisnetos e dois tataranetos, a parteira colocou no mundo integrantes da própria família. Fez o parto dos quatro netos, filhos de sua filha Ana. “O carinho que a cidade tem por ela é imenso. Tenho que levá-la de três em três meses para visitar os compadres dela. Ela tem até página no Facebook”, expõe a filha. As histórias são muitas. Já foi agradecida por uma mulher que teve nove filhos e nove netos trazidos ao mundo por Lucília: “Apesar de outras enfermeiras me chamarem de velha gagá, eu sempre estava certa. Afinal, era chamada de Dona Cesária, Dona Experiência e Dona Ultrassom por um bom motivo”.
Fonte:http://www.clicabrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20130325-jornal/pdf/03.pdf
NOTA: Dona Lucília nasceu em nossa comunidade (São Bernardo). Nosso blog deseja a mesma muitas felicidades e muitas realizações.
sábado, 23 de março de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
O que significa quarta-feira de cinzas?
Quarta Feira de Cinzas (do latim Dies Cinerum , que significa “dia de cinzas”) é o primeiro dia da Quaresma. Essa dia chama-se, oficialmente, “O dia das Cinzas”. O motivo pelo qual este dia ficou conhecido como quarta-feira de cinzas é que são 40 dias antes da Sexta-Feira Santa, e o primeiro dia é sempre uma quarta-feira.
Na Quarta-feira de Cinzas, os cristãos devem concentrar-se intensamente em sua pecaminosidade e a completa necessidade do sofrimento e morte de Cristo para ganharem a sua salvação. Muitas igrejas usar cinzas durante a adoração na quarta-feira de Cinzas como parte de um ritual chamado de imposição das cinzas . De acordo com esse costume, cinzas (tradicionalmente feitas pela queima de folhas de palmeira usadas no Domingo de Ramos do ano anterior) são misturadas com uma pequena quantidade de azeite e aplicados à testa de cada cristão. A marca de manchas feitas pelas cinzas é um lembrete poderoso de que vamos morrer, porque a morte é a pena para nossas natureza pecaminosa. A prática da imposição de cinzas ocorre em muitas congregações Luteranas da dos Estados Unidos e América Central.
A utilização de cinzas como sinal de arrependimento é uma prática antiga, muitas vezes mencionada na Bíblia em inúmeras narrativas de pessoas usando “poerira e cinzas” como símbolo de arrependimentoe/ou sofrimento (Gênesis18.27; II Samuel 13:19; Ester 4.1; Jó 2.8; Daniel 2.3; Jonas 3: 5 – 9; Jó 42.6; Jeremis 06.26; Mateus 11.21). Os primeiros cristãos adotaram o uso de cinzas da prática judaica como um sinal distintivo externo de penitência. A tradição é que se desenhe, com cinzas, o sinal da cruz na testa da pessoa, como símbolo de sua identificação com Jesus Cristo
Cinzas simbolizam vários aspéctos da existência humana:
- Cinzas nos lembram da condenação de Deus ao pecado, como Deus disse a Adão: “Tu és pó e ao pó tornarás”(Gêneses 3.19)
- Cinzas sugerem limpeza e renovação. Elas foram usadas antigamente na ausência de sabão.As cinzas utilizadas na Quarta-feira de Cinzas são um substituto penitêncial para a água como um lembrete do nosso batismo.
- Cinzas nos lembram a brevidade da vida humana, pois é dito que fomos seputados: “Terra a terra, cinzas para cinzas, do pó ao pó.”
- Cinzas são um símbolo de nossa necessidade de se arrepender, confessar os nossos pecados, e voltar para Deus.
- O fato de que as cinzas são colocadas em nossas testas no sinal da cruz nos leva a Jesus Cristo como a única forma de perdão, salvação e vida eterna no céu.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Pastoral da Criança realiza mutirão nas comunidades
A Pastoral da Criança da Paróquia de Senhora Santana da cidade de Luis
Gomes-RN está realizando visitas ás comunidades para saber como andam os
trabalhos da citada pastoral em cada uma delas. E neste domingo 28, foi a vez
da comunidade de São Bernardo. Os lideres realizaram aí um mutirão em busca das
gestantes e de novos lideres além de realizarem o recadastramento das crianças
de 0 á 06 anos completos. Estiveram presentes os coordenadores locais e das
comunidades além de lideres. Após a realização das visitas houve um encontro
com toda a turma para avaliação e para acolher as novas líderes mirins e aquelas
que um dia fizeram parte e agora estão voltando para a família Pastoral da
Criança. Para concluir esse momento foi oferecido um almoço de confraternização
para os presentes.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
IAM abre inscrições
A Infância e Adolescência Missionária (IAM) de São Bernardo está com as inscrições abertas para esse ano de 2013. A mesma foi fundada em São Bernardo no dia 22.04.2005.
UM POUCO MAIS SOBRE A IAM NO MUNDO:
A Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária (IAM) foi fundada por Dom Carlos Forbin-Janson, Bispo de Nancy, França, em19 de maio de 1843.
Carlos Forbin Janson sempre se interessou muito pela realidade e evangelização dos povos. Já na adolescência manteve estreita ligação com os missionários da China. Seu desejo era ir à China e ser missionário com os missionários.
Era frequente receber cartas como estas, da qual copiamos estas passagens:
De posse de informações a respeito do sofrimento de milhares de crianças, o bispo teve a inspiração de convocar as crianças católicas para se organizarem com o objetivo de prestar socorro às crianças nas mais tristes situações.
Era preciso fazer alguma coisa: Dom Carlos Forbin Janson resolveu convocar as crianças para socorrer as crianças. Propôs às crianças da França que ajudassem outras crianças, recitando uma Ave Maria por dia e doando um dinheiro por mês; assim surgiu a Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária.
Era, sem dúvida, a primeira vez que na história da Igreja se confiava às crianças um papel missionário específico: salvar as crianças inocentes, para fazer delas pequenos discípulos missionários.
Dom Carlos tinha em mente visitar uma após a outra as nações da Europa, pregando esta nova cruzada de batismo, educação e resgate das crianças chinesas, e, uma vez garantida a Obra, embarcar ele próprio para aquele país, onde esperava que Deus lhe desse a graça de misturar seu sangue ao sangue dos outros mártires. Mas, esgotado com tanta atividade, sua saúde não resistiu, enquanto sua Obra se ia difundindo. No dia de sua morte repentina, em 11 de julho de 1844, a Obra da Santa Infância estava estabelecida em 65 dioceses. Hoje a IAM está presente em todos os continentes, em mais de 130 países.
EM 1922, o Papa Pio XI a declarou Pontifícia, isto é, do Papa, e, portanto, de toda a Igreja, juntamente com as obras missionárias da Propagação da Fé e de São Pedro Apóstolo, às quais uniu-se, em 1956 (Pio XII), a União Missionária, constitui-se as Pontifícias Obras Missionárias. No Brasil, ela foi trazida por missionários franceses, em 1958. A partir de 1993, nas comemorações dos 150 anos de fundação, sua "chama ainda fumegante" readquiriu novo ardor, organizando-se e difundindo-se em todo o país.
Em 2003, por ocasião dos 160 anos da fundação da Obra Pontifícia da Infância Missionária, Sua Santidade, o Papa João Paulo II enviou às crianças do mundo inteiro uma mensagem. Nela, entre outras coisas, recordava:
Por que Infância?
Carlos Forbin Janson sempre se interessou muito pela realidade e evangelização dos povos. Já na adolescência manteve estreita ligação com os missionários da China. Seu desejo era ir à China e ser missionário com os missionários.
Era frequente receber cartas como estas, da qual copiamos estas passagens:
“Encontro-me rodeado, mesmo sem saber como, de uma dezena de crianças, umas de peito, outras de dois, três, quatro anos de idade, algumas cobertas de sarna, outras, de feridas. Os pobrezinhos já não têm o que comer e se cansam de chorar. É preciso conseguir comida para eles, e pagá-la... Enquanto isso, para não morrerem de fome, vejo-me obrigado a preparar-lhes eu mesmo um prato de farinha e açúcar, depois tento arranjar-lhes roupa, medicá-los, lavá-las, dar-lhes um teto, enfim, fazer às vezes de uma mãe... Deus concede-me As forças para sustentar tantas crianças, mas, se u não for ajudado com alguma esmola, morrerei com eles”. "(...) falando de batizados, refiro-me a adultos. Na realidade, balizamos muitas crianças que são expostas diariamente nas ruas (...). Para nós, uma das primeiras preocupações é mandar todas as manhãs nossos catequistas para todos os arredores da cidade e batizar as crianças que ainda estão vivas. De 20 a 30 mil que são expostas cada ano, nossos catequistas conseguem batizar cerca de três mil".
De posse de informações a respeito do sofrimento de milhares de crianças, o bispo teve a inspiração de convocar as crianças católicas para se organizarem com o objetivo de prestar socorro às crianças nas mais tristes situações.
Como fazer? Dom Carlos conversou com Paulina Jaricot. Ela, quando jovem, tinha dado início à Obra da Propagação da Fé. Ouvindo o plano de Dom Carlos, apoiou a ideia dele, definiu essa iniciativa como "Obra da Propagação da Fé para as crianças". Ela mesma expressou seu desejo de se alistar como primeira associada para a divulgação da Obra.
Era, sem dúvida, a primeira vez que na história da Igreja se confiava às crianças um papel missionário específico: salvar as crianças inocentes, para fazer delas pequenos discípulos missionários.
Embora tenha nascido para socorrer a triste situação das crianças chinesas, logo abriu seus horizontes para o mundo inteiro. O resgate, o batismo, o sustento e a educação das crianças dos povos que não conhecem Jesus Cristo foram, desde o início, os objetivos da Infância e Adolescência Missionária. Um plano ambicioso: prestar todos os socorros materiais, morais, intelectuais e religiosos de que necessitam as crianças de todos os lugares, culturas, raças e crenças.
EM 1922, o Papa Pio XI a declarou Pontifícia, isto é, do Papa, e, portanto, de toda a Igreja, juntamente com as obras missionárias da Propagação da Fé e de São Pedro Apóstolo, às quais uniu-se, em 1956 (Pio XII), a União Missionária, constitui-se as Pontifícias Obras Missionárias. No Brasil, ela foi trazida por missionários franceses, em 1958. A partir de 1993, nas comemorações dos 150 anos de fundação, sua "chama ainda fumegante" readquiriu novo ardor, organizando-se e difundindo-se em todo o país.
Em 2003, por ocasião dos 160 anos da fundação da Obra Pontifícia da Infância Missionária, Sua Santidade, o Papa João Paulo II enviou às crianças do mundo inteiro uma mensagem. Nela, entre outras coisas, recordava:
" Na primeira metade do século 19, a Europa viveu uma grande expansão missionária, e a Igreja, consciente do potencial missionário da infância, começou a pedir a elas que se tornassem protagonistas no anúncio do Evangelho às outras crianças. (...) Em pouco tempo, esta iniciativa missionária de apoio material e espiritual ultrapassou as fronteiras da França e espalhou-se por outros países..."
Por que Infância?
Porque os protagonistas são as crianças e adolescentes, que se dedicam em favor das crianças do mundo inteiro, independentemente da cultura, raça ou religião. O nome “Infância e Adolescência Missionária” vem de uma devoção existente então na França: a infância do Menino Jesus. Por isto surgiu com o nome de “Santa Infância”.
Por que Missionária?
Por que Missionária?
É missionária porque educa as crianças no crescimento da fé, inserindo-as nas atividades missionárias numa dimensão universal. Pelo compromisso do batismo, vivem concretamente a experiência da partilha da fé e seus bens com todas as crianças do mundo.
Por que é uma Obra Pontifícia?
Por que é uma Obra Pontifícia?
Porque se diferencia de uma atividade apostólica transitória. Sua organização, a presença em todo o mundo, pelo seu testemunho e eficiência, tendo sido aprovada e assumida pelo Papa (Pio XI) como Obra evangelizadora a serviço de toda a Igreja.
Qual a sua finalidade?
Tem como finalidade suscitar o espírito missionário universal nas crianças, desenvolvendo-lhes o protagonismo na solidariedade e na evangelização e, por meio delas, em todo o Povo de Deus: "Crianças ajudam e evangelizam crianças". São crianças em favor de outras crianças.
Tomando como exemplo a vida de Jesus e de seus discípulos, a Infância Missionária tem em Maria, a mãe de Jesus, uma fiel testemunha da autêntica ação evangelizadora. Inspira-se também em São Francisco Xavier e Santa Teresinha do Menino Jesus, Padroeiros das Missões. Ambos viveram ardentemente o carisma missionário universal, doando suas vidas pelo anúncio do Evangelho.
Objetivos
O fato de salvar da morte certa e dar-lhes oportunidade de sobreviver e serem batizadas fez com que o novo projeto de Dom Carlos despertasse a simpatia e acolhida, enquanto expressão de caridade cristã e solidariedade universal.
Assim foram definidos seus objetivos pelo fundador:
- salvar as crianças da miséria e da morte;
- batizá-las e educá-las como cristãs;
- prepará-las para serem apóstolos de outras crianças orientando-as na vocação e profissão.
Desde a segunda metade do século 19 até os nossos dias, graças à atividade de educadores com espírito missionário, centenas de milhares de crianças foram sensibilizadas e comprometeram-se nesse movimento de solidariedade universal.
Uma Obra aberta ao mundo inteiro
Embora a Obra tenha nascido para socorrer a triste situação das crianças chinesas, logo abriu seus horizontes para o mundo inteiro. O resgate, o batismo, o sustento e a educação das crianças dos povos que não conhecem Jesus Cristo foram, desde o início, os objetivos da Infância e Adolescência Missionária. Um plano ambicioso: prestar todos os socorros materiais, morais, intelectuais e religiosos de que necessitam as crianças de todos os lugares, culturas, raças e crenças.
Objetivos
O fato de salvar da morte certa e dar-lhes oportunidade de sobreviver e serem batizadas fez com que o novo projeto de Dom Carlos despertasse a simpatia e acolhida, enquanto expressão de caridade cristã e solidariedade universal.
Assim foram definidos seus objetivos pelo fundador:
- salvar as crianças da miséria e da morte;
- batizá-las e educá-las como cristãs;
- prepará-las para serem apóstolos de outras crianças orientando-as na vocação e profissão.
Desde a segunda metade do século 19 até os nossos dias, graças à atividade de educadores com espírito missionário, centenas de milhares de crianças foram sensibilizadas e comprometeram-se nesse movimento de solidariedade universal.
Uma Obra aberta ao mundo inteiro
Embora a Obra tenha nascido para socorrer a triste situação das crianças chinesas, logo abriu seus horizontes para o mundo inteiro. O resgate, o batismo, o sustento e a educação das crianças dos povos que não conhecem Jesus Cristo foram, desde o início, os objetivos da Infância e Adolescência Missionária. Um plano ambicioso: prestar todos os socorros materiais, morais, intelectuais e religiosos de que necessitam as crianças de todos os lugares, culturas, raças e crenças.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
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